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Sobre a suposta saudação nazi no jantar do CHEGA

3 Fevereiro, 2020

Não é a primeira vez que o Polígrafo, a partir de apenas um vídeo ou imagem, tenta colar a um partido uma ideologia que não defende. Na minha crónica “O Polígrafo tem de ir ao Polígrafo” já o tinha denunciado com o VOX (leia aqui). Repetiram a mesma artimanha com o CHEGA ao detectarem um indivíduo a fazer, supostamente, a saudação nazi num jantar do partido. Mas desde quando é que por haver alguém que vai ao engano, isso significa que o partido partilha esses ideais?

Vou lembrar que, com tamanha desinformação constante, ataques sucessivos, manipulação de discursos,  adulteração e distorção de factos numa campanha difamatória sem igual da comunicação social, por parte de comentadores políticos (veja aqui Constança Cunha e Sá a combinar “fazer frente ao CHEGA”) e políticos, é perfeitamente normal que haja muita gente equivocada sobre o que defende o CHEGA. Por isso, até me surpreende é que não haja muito mais gente enganada por aí.

Como diz o Polígrafo – mas não faz o que diz -, vamos aos factos, que eu ao contrário deles,  fui averiguar:

1 – O gesto que podia efectivamente ser feito por um patriota (a fazer saudação patriota romana), ex-combatente ou um infiltrado da esquerda, foi intencional e era mesmo uma saudação nazi;

2- O indivíduo foi confrontado logo ali – por pessoas  que partilhavam a mesma  mesa  – num total desagrado quer pela atitude quer pelo discurso profundamente radicalizado durante o jantar e  que motivou críticas severas e desconforto por parte daquele grupo (informação dada por um amigo que estava nessa mesa);

3 – O partido tomou imediatamente providências pedindo ajuda no sentido de identificar o indivíduo em causa e poder agir em conformidade tendo-lhe eu mesma fornecido esses dados conseguidos com a minha pesquisa;

4 – Tratou-se efectivamente de um caso isolado, impossível de controlar ou evitar;

5 – Um acto isolado não define um partido.

Agora pergunto a esse órgão de desinformação: Porque não se faz o mesmo com o gesto do braço em riste com punho fechado? Em  que difere o  Comunismo do fascismo? 

O  braço de punho fechado  é o símbolo soviético  de Lenine, utilizado na Revolução Russa (1917-1921) como saudação vermelha. Vemo-lo ainda hoje em todos os comícios do PCP, BE e PS. Em Portugal aceita-se os punhos fechados ao som do hino da internacional comunista nos encontros da extrema-esquerda. Isso incomoda alguém? Não. Muito estranho. Ou talvez não. Dizia João Brás num comentário no Facebook: “Esta é a resposta de um Gustavo Sampaio director e funcionário do Poligrafo quando questionado se a noticia sobre a festa dos nazis numa reunião no Porto ( um individuo de braço estendido) não era exagerada. Fala de vários motivos porque não gosta do Chega, e conclui com o parágrafo que se lê aqui:”

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E continua: “Um individuo que escreve e pensa assim não é só funcionário de uma agenda ideológica, é outras coisas. Diz-me um bom amigo que se queremos pensar com a lógica deles damos em malucos. Porque isto não tem lógica, nem argumentos racionais, nem factos. É apenas o funcionário do partido a defender a doutrina do politburo”.

Vamos lá ser coerentes: se é para condenar, condene-se tudo e não só o que nos dá jeito. E chamar os “bois pelos nomes”, também: BE e PCP não são esquerda moderada, logo é preciso acrescentar “extrema” sempre que se fala neles. “Extrema” porque defendem o totalitarismo de Estado, apoiam ditadores e  até emitem votos de pesar no Parlamento quando estes  morrem. Sejamos sérios.

Em contrapartida, é preciso urgentemente repor a verdade e dizer que em Portugal NÃO HÁ partidos aprovados pelo Constitucional que sejam FASCISTAS. Logo, não temos nenhuma “extrema” à direita em terras lusas. Mais: querer controlo de imigração não é extrema-direita de coisa nenhuma. Quem foi o idiota que inventou isto? Extrema-direita, caso existisse, seria aquela que transformaria um país numa anarquia, onde a liberdade individual e colectiva seria absoluta. Perceberam? O extremo à direita é o oposto do extremo à esquerda: esquerda radical versus totalitarismo; direita radical versus anarquismo. Fascismo é um subproduto do socialismo.  Estudem. 

Mas vamos lá analisar – já que a imigração é a justificação do jornalixo  para chamarem de “extrema” – o que diz o Chega sobre imigração e racismo:

Declaração de Princípios e Fins CHEGA

Porquê então,  tanto esforço em desacreditar junto da opinião pública um partido que nada tem de xenófobo? Medo, muito medo dos políticos e serviçais do sistema com as  sondagens a subir.

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O Establishment não tem medo da xenofobia, que sabem ser  inexistente no André. Tem claramente receio da sua ascensão e, por isso, tal como nos EUA e no Brasil, da noite para o dia transformaram milhões de eleitores em “fascistas e xenófobos”, para travar desesperadamente essa ascensão semeando o “terror ideológico”. Vai correr mal para eles. Vai correr bem para o país. Portugal está a “acordar”. 

O que esta comunicação social está a fazer na pessoa de alguns jornalistas e comentadores políticos nas TV´s é crime de difamação. E num Estado de Direito deve ser severamente punido. 

O CHEGA tem de começar a processar sem dó nem piedade todos  os “jornalixos” e “comentadeiros políticos de televisão”, obrigando-os a fundamentar sempre que falam e a  repor toda a verdade sempre que falham. Porque os jornalistas  não fazem opinião, informam.  E mentir, manipular, distorcer, inventar  não é informar. É crime de difamação.

Não era assunto mas quem decide se é não és tu

3 Fevereiro, 2020

Não concordo contigo, Telmo. Dizes que não tens vontade, necessidade ou dever de debater eutanásia, mas, como poderás reparar, essa vontade não depende de ti. Eu também não queria debater eutanásia, particularmente porque não há nada a debater: misturar o que se passa no interior de uma casa em família e um medicamento que alivie dores mas que com isso acelere a morte da pessoa com “eu tenho o direito a que o estado me providencie uma execução nos moldes que eu quero” não foste tu – nem eu – que fizemos: foram os calhaus que se arrogam o direito divino de achar que nos representam. Se, por força de lei, abres a porta à execução de doentes só porque uns cabrões encaram a liberdade como um conceito filosófico em vez de uma doutrina de vida, passas a criminoso. Como serão todos os que se abstiverem ou votarem a favor de qualquer projecto de lei que atribui ao estado poder discricionário para terminar com a vida de alguém.

Criminosos, assassinos. Todos eles.

Alguém sabe responder?

3 Fevereiro, 2020

Os líderes dos 17 países da UE que se reuniram em Beja aterraram no aeroporto de Beja ou de Lisboa?

Mila continua à espera da solidariedade dos activistas e dos artigos dos jornalistas

3 Fevereiro, 2020

Para Ségolène Royal, Mila é « une adolescente qui manque de respect» e que como tal não deve ser tratada como alguém que luta pela liberdade de expressão.

Ségolène Royal foi levada ao colo pela imprensa portuguesa quando foi candidata à presidência francesa. Ela era segundo o PÚBLICO “Uma GUERREIRA POLÍTICA que não tem medo e uma FEMINISTA sEm VERGONHA DE SER MULHER”. Pois a guerreira é isto: uma vergonha . O que Mila disse sobre o Corão é dito todos os dias sobre a Igreja católica e passa pro atitude crítica. Mas o que está em causa não é o que Mila disse ou não disse e quão parvo é. O que está em casa é que ela não pode sair de casa porque ameaçam matá-la, violá-la…

À atitude vergonhosa das feministas junta-se o silêncio das muito frenéticas associações dita de defesa das lésbicas. Mila diz-se lésbica e até agora é muito escasso o apoio desses activismos

Morte digna

2 Fevereiro, 2020

Não tenho nem vontade, nem necessidade, nem dever algum de discutir a questão da eutanásia e, por isso, excluir-me-ei de tecer comentários acerca dos detalhes legislativos que venham a ser propostos por cada um dos partidos.

Se posso formular apenas um único desejo para o alarido que aí vem (embora saiba de antemão que não será atendido) é o de que não me venham com a ladaínha do “direito a uma morte digna”.

Por mais terríveis e incompreensíveis que sejam as circunstâncias que levam à morte de uma pessoa, o exacto momento em que a morte chega é de outra ordem. E esse momento é sempre digno. Se assim não fosse também a vida não teria dignidade. E tem.

 

Já ouviram falar de Mila? Não, porque os activistas não querem

2 Fevereiro, 2020

Mila é uma adolescente francesa que não pode ir à escola, está ameaçada de morte, violação e outras formas de violência. Não sai de casa. O estado francês não lhe consegue garantir a segurança por ela ter escrito: «Le Coran il n’y a que de la haine là-dedans, l’islam c’est de la merde». O comentário da ministra da Justiça foi este: «L’insulte à la religion, c’est évidemment une atteinte à la liberté de conscience, c’est grave»

Racismo, dizem eles

2 Fevereiro, 2020

Os mesmos que em 1974 acharam que a “devolução” de um milhão de pessoas era tão natural, inevitável e justa que até lhes chamaram retornados, impedindo que fossem designadas como refugiados, pretendem agora que é um crime de racismo André Ventura ter escrito a propósito da proposta da devolução do património das ex-colónias portuguesas feita pelo Livre, “Eu proponho que a própria deputada Joacine seja devolvida ao seu país de origem. Seria muito mais tranquilo para todos… inclusivamente para o seu partido! Mas sobretudo para Portugal!” Se pesquisarmos nos debates parlamentares constataremos que a frase não tem nada que a destaque de tantas outras trocadas entre deputados, e nem sequer estou a incluir nesta lista os debates entre Sousa Tavares e Jerónimo de Sousa!

O problema

1 Fevereiro, 2020

O Gabriel pergunta qual o problema?, mas certamente não ignora que as atitudes e posições do Papa têm uma leitura política, mais não fosse porque também é um Chefe de Estado.

E seja ainterpretação religiosa ou mundana, a meu ver a verdade é que Francisco, ao receber Lula e permitir que sejam tornadas públicas as missivas com ele trocadas assim como as calorosas palavras de amizade entre os dois, o sinal e incentivo que dá é o de valer a pena persistir na corrupção e ladroagem como que caucionando ou contemporizando moralmente tais comportamentos.

É que nem Lula nem Sócrates mostraram qualquer arrependimento, nem sequer assumiram qualquer falha ou menor consideração à verdade e a uma vida recta.

Pelo contrário, ambos cavalgam uma narrativa de complot montado contra as suas pessoas, apresentam-se como vítimas e ambos desafiam a legitimidade das instituições e dos representantes políticos do seus países, democraticamente eleitos.

 

 

Qual o problema mesmo?

1 Fevereiro, 2020

Receber o Lula? Sinceramente, qual o problema? Ui, é acusado/condenado por corrupção? A sério? Nunca o Papa recebeu qualquer acusado ou condenado por corrupção? Recordo-me assim de repente de uma dezena deles. E acusados de crimes de guerra? Também. Ladrões, corruptos, mentirosos? Dezenas, senão centenas certamente.

Aliás parece que o Papa representa nos dias de hoje Aquele que foi acusado no seu tempo precisamente de ser dar com pecadores de todo os géneros e feitios: corruptos, ladrões, colaboradores com os ocupantes romanos, adúlteros, prostitutas, blasfemos entre outras espécimes. Consta aliás que a Sua missão é precisamente dirigida a esse tipo de pessoas e não aos santos (conferir Mat. 9:11-13).

Francisco Lula da Silva

1 Fevereiro, 2020

A Helena Matos tem ainda uma réstia de dúvida sobre se o Papa Francisco terá mesmo dito ao Presidente da Argentina que terá “todo o prazer” em receber Luiz Inácio Lula da Silva no Vaticano.

Mas só pode ser verdade e é, aliás, coerente com o teor e forma das anteriores cartas que foram propositadamente tornadas públicas entre Francisco e Lula.

O comunicado oficial do Vaticano não o refere, mas também não houve nenhum desmentido, correcção ou clarificação sobre o que se passou e conversou entre os dois argentinos, ao contrário do que aconteceu com outros aspectos, conforme se verifica aqui.

Temos portanto um líder religioso que faz statments políticos deste calibre e que não hesita em abrir portas à corrupção moral dentro da própria hierarquia da instituição.

Felizmente a Igreja e a Fé estão muito para além de enredos de novelas latino-americanas.

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Se isto for verdade o Sócrates tb já vai a caminho

1 Fevereiro, 2020

Papa aguarda pedido de Lula da Silva para uma audiência no Vaticano

É bastante simples, mesmo

31 Janeiro, 2020

A partir de dia 20 de Fevereiro vai passar a ser possível exigir a terceiros para que activamente assumam domínio sobre nós, praticando actos que são imposição de forças superiores – como o governo – de forma a que possamos usufruir do nosso “direito” a execução através da obrigação de outro de nos matar.

Diz-se que liberais apoiam. Está bem. É sempre útil saber que liberais conseguem domar o ímpeto para a “liberdade em cada esquina” atribuindo poderes ao governo que anteriormente não tinha de forma a que este possa integrar na obrigação contratual de terceiros a prestação de um acto que lhes confere o máximo poder sobre o indivíduo requerente.

É por coisas destas que ando a namorar com o socialismo. Dá muito menos voltas para chegar ao mesmo resultado de merda.

Alto e pára o baile

30 Janeiro, 2020

Vamos ver se nos entendemos? Eu posso criticar as declarações de André Ventura, tal como eu posso criticar a birra do meu filho ou a nota a inglês da minha filha. Eu posso criticar os meus. Daí até o senhor “estou-me cagando para o segredo de justiça” vir mandar as suas postas de pescada vai uma distância abismal. Senhor presidente da artolice, feche a matraca. Se o ouvir outra vez sobre a democracia, a liberdade e a puta que o pariu, talvez seja eu que o mande para a sua terra, apesar da dificuldade acrescida agora com a separação dos lixos por cores de contentor.

Linhas vermelhas

30 Janeiro, 2020

Com tantas “linhas vermelhas”, sobretudo aquelas que querem definir centralmente no eixo Bairro Alto/São Bento, vejam lá se não acabam todos a escrever a lápis azul…

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Organizem-se e façam já um código para sabermos o que é racismo e o que não é

29 Janeiro, 2020

Esta canção de intervenção cantada pelo Sérgio Godinho é racista ou de libertação?I

A África é dos africanos
Já chega quinhentos anos
Já chega quinhentos anos
A África é dos africano
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Não vos parece racista? Então cantem isto com “A Europa é dos europeus” e logo vêem onde vão parar. Na verdade o racismo é aquilo que a esquerda quiser. Por exemplo, a polémica em torno da reacção de André Ventura à proposta da deputada Joacine de devolver património dos museus às ex-colónias é em si mesma de um paternalismo absurdo.

Vitória do entrismo e o mundo ao contrário

29 Janeiro, 2020

Anos de discurso em volta de políticas identitárias teriam que gerar a inevitável reacção. Quando, perante uma proposta descabida e francamente pusilânime da deputada Joacine Katar Moreira, o deputado maravilha André Ventura atira um “eu proponho que a própria deputada Joacine seja devolvida ao seu país de origem”, sabemos que atingimos o ponto mais baixo de sempre na desorientação nacional. Muito malabarismo será feito nos próximos dias, sem qualquer sucesso, para que a frase não seja interpretada como o “vai para a tua terra, preto” que efectivamente é.

Mais do que entrar na dialéctica marxista de o racismo ser isto e o seu contrário, a questão que aqui se coloca é se a frase de André Ventura o prejudicará ou o beneficiará. Eu tendo para a última. Após tantos anos da acusação pela esquerda de que a direita é racista, nada como a grande esperança de salvação da direita a atirar a toalha para o ringue onde a esquerda combatia, então agora, a batalha sozinha. Parabéns à esquerda por mais uma vitória do entrismo: a direita destrói-se por dentro.

É pena. Já tínhamos tido a eleição de um deputado dito liberal que é conhecido por nos fazer gastar dinheiro com essa fantochada new age de culto ao palhaço Paddy Cosgrave e que se designa Web Summit. Agora temos o deputado “que diz as verdades” a institucionalizar o pensamento que nos fez trocar os táxis por Uber e Cabify. O mundo está mesmo ao contrário.

Querem segurança? Chamem os Super- Heróis da Marvel.

28 Janeiro, 2020

Fico horrorizada com tanta, mas tanta gente, a criticar as nossas forças policiais, quando sabemos que este país está cada vez mais perigoso. Senão, vejamos: Portugal é o 4º país do sul da Europa com mais homicídios; é o 5º com maior taxa de roubos da UE (2017); o 3º país europeu onde o crime mais cresceu.

Em consequência, no ano passado e só na região de Lisboa, foram agredidos 238 polícias. Repito: só na região de Lisboa! Num estudo recente fez-se o levantamento desta realidade analisando as causas, onde se concluiu, entre outras coisas, que ” se deverão maioritariamente ao sentimento de impunidade do agressor e atitude negativa face ao agente de autoridade e consequente acção policial”. Ou seja, os criminosos em Portugal sabem que estão “protegidos” por um Estado que não apoia as forças de segurança e desinveste no sector.

Mesmo sem esses estudos, qualquer cidadão atento constata esta realidade. Ao comum mortal, nada lhe é perdoado. Se tem uma multa, paga-a; se lhe pedem identificação, dá-a; se agride é julgado e vai preso; se mata, se rouba, se vandaliza, ninguém o transforma em “coitadinho”. O cidadão comum que não se distingue pela cor, pela etnia, pela cultura ou pela língua, tem de cumprir as leis deste país e mais nada. E os outros?

Bem… os outros têm atenuantes: porque são “excluídos” pela sociedade; porque são de cor diferente; porque são de etnias diferentes; porque são de culturas  e religiões diferentes. Porque, porque, porque. Logo, a priori, temos de ser mais condescendentes e reagir ao contrário: quem não se opõe às actuações policiais “contra estas vítimas sociais”, mesmo que sejam criminosos, não cumpram as leis ou desobedeçam às autoridades, é imediatamente rotulado de “xenófobo, racista, nazi” e por aí fora. É a inversão de valores em marcha e é essa inversão que está a transformar o nosso país num “ninho” para criminosos cada vez mais perigosos.

Vou lembrar que até ao apuramento de toda a verdade, ouvindo ambos os lados e respectivas testemunhas, fazendo depois o cruzamento desses depoimentos com outras provas, nada está provado. A imagem da Cláudia, com cortes e hematomas na face, tanto pode ser de agressão policial como, efectivamente, da queda ao sair do autocarro. Foi essa a conclusão de dois peritos forenses. Exemplo disso, esta foto de uma senhora no programa da SIC que ficou naquele estado ao tropeçar num  degrau. Imagine se caísse de um autocarro… 

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À luz da lei todos somos iguais. Ninguém é mais que alguém, só por ser maioria ou minoria. E se assim é por imposição da nossa Constituição, por que anda a Associação SOS Racismo de Mamadou Ba, juntamente com a comunicação social, a propagar ódio racista num país que nunca o  foi  e nem tolera que tal exista? Como podemos admitir que gente que fugiu dos seus países, esses sim que perseguem minorias, venham para o nosso que os acolheu e até lhes permitiu estar no nosso Parlamento instigar ao ódio racial constantemente, desencadeando uma onda de manifestações violentas contra pessoas e bens? Mas está tudo parvo?

Constituição da República Portuguesa

Como resultado dessa defesa de causas duvidosas agrediu-se brutalmente um motorista da VIMECA, que apenas cumpria o seu dever com zelo. Podemos achar que ele devia fechar os olhos à situação e perante a falta de passe não exigir o pagamento do bilhete. Porém, ele não pode nem deve fazer isso. Porquê? Porque não cumprir a lei pode trazer-lhe consequências: 1º pela entidade patronal, caso a senhora depois de prometer mostrar o passe não o fizesse e saltasse na paragem seguinte, desaparecendo sem pagar; 2º porque abrir excepções pode criar situações de abusos e outros recorrerem a esse método para não pagar, quando a lei obriga ao pagamento. Mais: o motorista não é obrigado a contrariar ordens por causa de cidadãos esquecidos. Se o fizer, fá-lo por conta e risco, mas só se ele o quiser. A sociedade não o pode obrigar a infringir a lei. Por outro lado, a senhora Cláudia tinha obrigação de acatar a decisão do motorista, de pagar, independentemente de ela dizer ou não a  verdade,  porque não cabe a essa senhora decidir o que o motorista deve ou não aceitar no exercício das suas funções.

A actuação policial perante a recusa e desobediência agressiva de Cláudia, como se pode ver no vídeo do JN, não pode ser analisada de forma vã – até porque as filmagens só mostram o fim da detenção e não o início. Pergunto: mas desde quando é que um policial tem de ser meiguinho, sem recorrer à força, com gente que se recusa a obedecer? Expliquem lá isso devagarinho para ver se eu entendo. Estamos todos em delírio, é isso? A questão fundamental é esta: se a senhora Cláudia tivesse acatado as ordens, haveria o recurso a alguma força policial ajustada àquela situação? Essa é a questão. Convém explicar isso urgentemente a Ana Gomes que teve uma lastimosa prestação pública na CMTV ao proferir declarações vergonhosas para um Estado de Direito, quando há imagens. Francamente. Eis o que diz a lei:

Código Penal (1)

Um governo que ainda antes de apurar os factos tece comentários públicos que sugerem abuso dos policiais condenando ainda antes de qualquer prova –  como também foi o caso no Jamaica -, não nos defende, não está do lado dos cidadãos. Está, isso sim, claramente   a fragilizar as  autoridades e a incentivar a criminalidade. A prova está nas estatísticas. 

Chegou o momento  de o Ministério Público actuar e vermos fechar todas as associações de causas duvidosas que promovem o racismo e a violência. Não podemos admitir que em pleno século XXI as autoridades sejam alvo de constantes ataques por imporem a lei e a ordem, pois  a continuar assim quando a sociedade precisar de ser socorrida terão de ligar aos Super-Heróis da Marvel, porque não vai haver agentes de autoridade para acudir.  

Habituem-se!

28 Janeiro, 2020

Jornal dinamarquês publicou uma imagem em que as estrelas da bandeira da China foram substituídas por vírus. Embaixada chinesa considerou a sátira “um insulto” e exigiu um pedido de desculpa.

Aguarda-se pelo dia em que se comemore de igual modo o fim dos campos do comunismo

28 Janeiro, 2020

Ps. Entretanto pode começar por se ver alguma da pouca e muito ignorada cinematografia sobre os campos comunistas.

Salve-se quem puder!

27 Janeiro, 2020

AT

Tempos de servidão.

Boa sorte.

Bolsonaro vs McCloskey

27 Janeiro, 2020

Esta notícia é curiosíssima.

Deidre

Deirdre McCloskey é uma académica de excelência internacional e das mais interessantes cabeças da actualidade. Paulo Guedes um economista defensor de uma intervenção mínima do estado, agora ministro de Bolsonaro.

Interessante será seguir as reacções e comentários.

 

 

 

 

Ena tantos leaks e likes!

27 Janeiro, 2020

EXPRESSO: O Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação, em parceria com o Expresso, mostra-lhe rede global de empresas de fachada utilizadas por Isabel dos Santos e pelo seu marido, Sindika Dokolo, para guardarem dinheiro, comprarem imóveis e participações em bancos, empresas de telecomunicações, de energia e muito mais

EXPRESSO: Rui Pinto, o whistleblower dos Football Leaks, foi nomeado como a fonte por detrás dos Luanda Leaks, uma exposição global sobre o saque da riqueza de Angola pela mulher mais rica de África e pela sua família.

Se fizermos de conta que esta notícia consta num disco roubado já se consegue que ela deixa de ser semi-clandestina?

27 Janeiro, 2020

SOL: «Uma patrulha da PSP foi este sábado à noite recebida à pedrada no Bairro da Quinta da Fonte, em Loures, Lisboa, onde pretendia recuperar um carro que tinha sido roubado. O carro tinha sido roubado em Sacavém, sendo que o seu proprietário fez as diligências necessárias e acabou por ser ele mesmo a deparar-se com a viatura neste bairro problemático de Loures. De seguida, chamou as autoridades ao local, que quando chegaram já não encontraram o proprietário aí presente, uma vez que este já teria sido ameaçado por seis encapuçados.

O Cometlis – Comando Metropolitano de Lisboa da PSP –  informou que os agentes da PSP se preparavam para apreender a viatura em questão e, assim que chegaram ao bairro e enquanto esperavam pelo reboque, começaram a ser apedrejados. Os agentes ainda se afastaram do local, indo para a rotunda que se encontra ali perto, mas continuaram a ser atacados. 
Testemunhos, relatam que os ataques viriam dos telhados daquelas habitações. Para além disso, os mais de 10 indivíduos responsáveis pelas agressões, colocaram vários caixotes a arder à volta das autoridades, por forma a cercá-los, rebentando ainda com petardos e fugindo de seguida.

Na altura do ataque não existia Corpo de Intervenção (CI) disponível para avançar, uma vez que este se deu à mesma hora do jogo entre o Sporting de Braga e o FC Porto, a contar para a final da Taça da Liga, em Braga. Os agentes da PSP presentes acabaram por não entrar na Quinta da Fonte por determinação superior, da cadeia de comando. Fonte policial avança que o Oficial de Prevenção e Ronda achava melhor entrar, com as devidas cautelas, e recuperar a viatura, mas isso acabou por não acontecer por ordem superior. 

Assim, as autoridades esperavam recolher a viatura furtada no dia seguinte, mas esta acabou por ser também ela incendiada por volta das 2h de domingo. Os agentes envolvidos no apedrejamento não sofreram ferimentos.»

Quem vai responder?

27 Janeiro, 2020

O actual CDS vai manter a decisão da anterior direcção de apoiar a recandidatura de Marcelo? O dilema é pírrico: apoiar Marcelo não faz sentido, mas apoiar uma candidatura de André Ventura seria um erro colossal. Irá o novo CDS conseguir impor ao Chega e à IL a candidatura de uma personalidade de direita?

EXPRESSO: veja e descubra as diferenças

26 Janeiro, 2020

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Acham muito caras as remodelações feitas por Isabel dos Santos nos seus apartamentos de Lisboa?

26 Janeiro, 2020

Façam as contas às obras da CML no seu parque habitacional e acrescentem-lhes os ordenados dos vários funcionários, directores, técnicos… da GEBALIS. Pois é, as obras da Isabel dos Santos são uma pechincha não são?

Agora  quando a onda caiu sobre Isabel dos Santos foi como se Angola voltasse a ser nossa. Mais exactamente a cidadão angolana Isabel dos Santos tornou-se nossa. 

26 Janeiro, 2020

A cada onda de indignação somos levados a uma nova campanha. A cada onda ficamos com menos chão. Agora a onda caiu sobre Isabel dos Santos. De Portugal não há rasto.. E como a cada onda esquecemos onde nos levou a onda anterior esquecemos o que aconteceu nos anos 70 quando a esquerda impôs “Todo o poder ao MPLA”  e nem sequer nos lembramos que em 2003, quando já a justiça francesa levava anos a investigar o Angolagate e a acusar os donos do regime angolano de corrupção (por sinal em associação com um filho do ex-presidente Mitterrand), a Internacional Socialista, presidida então por António Guterres deu luz verde à passagem do MPLA de observador para membro de pleno direito

Síntese

26 Janeiro, 2020

O mais comum no discurso político actual é a oposição de uns -ismos que sirvam para deflectir o que realmente está em causa. Socialismo versus liberalismo? Liberalismo versus conservadorismo? Bah! Tudo isto se resume a ateus versus agnósticos e crentes.

o disparate da democracia-cristã

25 Janeiro, 2020
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iA insistência do CDS em dizer-se um partido «democrata-cristão» é um imenso disparate, que, em parte, explica a panaceia ideológica em que o partido se deixou cair e, porque não entusiasma ninguém, o tem levado ao esvaziamento progressivo.

As causas da origem da democracia-cristã estão hoje mais do que ultrapassadas. Na verdade, a “Rerum Novarum” (1891), de Leão XIII, foi uma tentativa inteligente da Igreja Católica estancar a progressão do socialismo no mundo operário, que foi, em parte, conseguida. Por razões evidentes, deixou de ter, hoje, qualquer utilidade.

Por outro lado, no século XX, a democracia-cristã teve duas referências matriciais: uma, a italiana, muito importante na reconstrução da Itália, no pós 1945, e no arranque da construção comunitária, terminou, na década de 90, com o sinistro Giulio Andreotti. Hoje, já não serve para nada e a sua memória tem sombras indesejáveis.

Quanto à democracia-cristã alemã, há que ter em conta que os seus dois nomes maiores – Konrad Adenauer e Ludwig Erhard – eram, sobretudo o segundo, verdadeiros liberais clássicos, influenciados pelo pensamento austríaco de Menger e Mises, graças ao que a reconstrução alemã foi um êxito. Por isso, ser hoje «democrata-cristão» à alemã só pode significar uma coisa: ser liberal. Como, aliás, já o tinha percebido muito bem, há anos, Francisco Lucas Pires.

Consequentemente, persistir na «democracia-cristã» é persistir no vácuo. Por onde o partido flutua e donde só sairá se abandonar, de vez, essa velha aventesma.

um cadáver não alimenta ninguém por muito tempo

25 Janeiro, 2020
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img_797x448$2020_01_15_14_18_27_615739A velha lenda (ou mito?) do “CDS-partido-de-quadros”, se é que alguma vez existiu no mundo real (e, como Portugal é um país onde eles não abundam, é capaz de ter tido algum fundo de verdade), há muito que se desvaneceu. Como o partido, desde o cavaquismo, tem vindo a ameaçar a extinção, com alguns momentos de aparente recuperação, mas sempre feitos em torno de carismas solitários, os caciques que, ao longo de décadas, foram dominando as estruturas locais agarram-se. com unhas e dentes, aos pequenos poderes que ainda sobravam, e montaram os seus feudos e senhorios onde só entra quem eles autorizam. Hoje, em razão disso e por causa disso, o CDS não é um partido em que o aparelho tem uma grande influência, como acontece neles todos: o CDS é, ele mesmo, quase apenas e só, um aparelho partidário. Ora, como o instinto de sobrevivência é o primeiro de qualquer espécie, e no «homos caciquencis» é apuradíssimo, é natural que o CDS saia deste congresso com um líder eleito pelo seu aparelho, para o preservar e manter influente. Todavia, há aqui um enorme erro de percepção: é que o CDS, se não muda, não sobrevive. E um cadáver não alimenta ninguém por muito tempo.

Manuais escolares grátis já!

24 Janeiro, 2020

Está tudo ultimado para a viagem que o colégio vai fazer em Fevereiro, a Andorra, durante uma semana, para que os miúdos possam aprender ski. Portanto, vejo com muito bons olhos a proposta liberal para que no próximo ano não tenha que pagar os manuais escolares, essa renda que o estado cede amavelmente para manter editoras que de outra forma já teriam falido. É importante não falhar com o apoio a quem mais precisa.

Do “longinquamente formal”

24 Janeiro, 2020

Juiz que é sócio e accionista de uma associação desportiva que é parte em processo que vai julgar pede escusa, o que é  recusado pelo seu colega juiz Ataide das Neves, porque:

“a integridade de um magistrado não pode resultar de uma mera aparência epidermica, de superfície,  que apenas num longinquamente formal e puramente teórico e preconceituoso, quiçá amedrontado, pode ter alguma leitura.

Rompe, rasga, quebra e torna a partir

24 Janeiro, 2020

Uma característica interessante de Portugal é a capacidade com que desfazemos o que custou a construir, tentando refazer várias vezes as coisas com a mesma pompa pueril de uma criança que julga ter descoberto a roda. Eu chamo-lhe o Princípio da IP5. A série de circunstâncias especiais que levaram Passos Coelho a primeiro-ministro naquela precisa altura, aparentando ser possível sedimentar alguma cultura de direita e originando frutos na vitória eleitoral subsequente, rapidamente se tornou num rude golpe aos esperançosos no início da evolução do país para algo menos patético. Mal o Partido Socialista e os companheiros na Geringonça tomaram conta da frágil situação, a direita tratou, de formas que variam entre o trágico e o cómico, de assegurar que não passaria mais de uma semana sem tentativa de suicídio.

Dos “jornais de direita” recheados de redacções marxistas aos carreiristas que saltam de partido em busca no novo ovo com o mesmo afinco com que um ciclista rapa as pernas, passando pelas sucessivas declarações “somos um partido de centro” como um feirante a anunciar que as calças de ganga são produto nacional e não chinês, o termo certo para este incómodo que leva a crises identitárias de eixos é o velho monstrinho verde da inveja. Inveja pela esquerda, que sabe federar-se mesmo quando diz que não o faz desde as famosas “forças de bloqueio”; inveja pelos lugares disponíveis para quem souber aguentar as virtudes da ausência de opinião própria; inveja pelo que poderia ser se a Suíça fosse aqui, apesar de não o ser. Multiplicando-se em novos partidos, como coelhos, cada um tem que deixar a sua marca pessoal, o seu estilo, a sua visão romântica e floreada para o desígnio único que consiste em apoderar-se do aparelho do estado.

Aparecem novas esperanças, alguém em quem ter fé, assimilando o velho espírito de que um Ronaldo há-de sempre aparecer num clube de quem, até então, ninguém ouviu falar. Afinam-se os discursos, mais -ismo para aqui, menos -ismo para acolá, como uma receita, um Kama Sutra ideológico que nos levará definitivamente a continuar frustrados por não ir a lado algum. Ruptura! Ruptura com o que ontem defendíamos e amanhã voltaremos a defender.

Um circo de marionetas, mas sem humor.

Não vivemos num Estado de Direito, mas antes, num “Estado Mafioso”

24 Janeiro, 2020

Acabo de receber esta carta que partilho aqui para reflexão. Se estou surpreendida? Não. Seja qual for a problemática, quando não vai ao encontro dos interesses dos “ditadores” desta “república venezuelana”, situações destas aqui relatadas nesta carta, são prática recorrente no nosso país. Há muito que denuncio que esta classe de políticos funciona à margem de uma verdadeira democracia. E tenho dito também que urge limpar o Parlamento deste tipo de gente. Que ontem já era tarde.

Como o denunciei aqui, a Vianapolis já deveria ter sido EXTINTA há muito por insolvência. Mas continua “activa”. Como é possível fechar os olhos à lei?

Prédio Coutinho Documentos - cristinamiranda familycare gmail com - Gmail

Ex.ma Sra Cristina Miranda
Para seu conhecimento envio-lhe acção especial que deu entrada no Tribunal de Contas em 2018 a denunciar as graves irregularidades da Soc. Vianapolis. Até à data não houve qualquer resposta daquela instituição!
Envio-lhe também um estudo económico sobre as contas da referida sociedade. Ambos os documentos não contêm os anexos porque foi assim que os recebi. Ambos os documentos são já do conhecimento dos Grupos Parlamentares, jornalistas, comentadores e personalidades, Sra. Procuradora da República e Presidente do Tribunal de Contas para que estes factos não sejam abafados como alguns pretendem.
Como deve saber conseguimos reunir as assinaturas necessárias para levar a petição “Salvar o Prédio do Coutinho” a discussão no Parlamento. Uma vez conseguido esse nosso objectivo, a Vianapolis, em conjugação com o Sr. Presidente da Câmara de Viana do Castelo, de imediato trataram de escrever uma carta ao Sr. Presidente da Comissão de Ambiente – que no meu entender não foi mais que uma tentativa de condicionar a discussão da mesma – e que acabou de ter o efeito pretendido.
Assim, formalmente os cidadãos dispõem de um mecanismo de participação nas decisões políticas mas, quando essa participação não é do interesse do Estado, existem mecanismos de sabotagem.
A votação da esquerda não constituía uma surpresa, mas o voto PSD na referida comissão, não há palavras para descrever!
Mesmo assim, lá arranjara, para compor o ramalhete, o voto do Livre e outro.
Apesar de ter sido chumbada, a sua discussão (nota de admissibilidade) admitia que o peticionário pudesse recorrer apresentando a sua contestação e assim fizemos, sem qualquer hipótese, porque a referida comissão tinha como único objectivo impedir a sua discussão ( leia a nota de Admissibilidade e a resposta ao despacho).
A nossa Petição foi sabotada, simplesmente!
Quando saírem as decisões judiciais e na posse desses documentos, vai poder ter uma percepção mais clara do tipo de Estado em que vive.
Estou plenamente convicto que em Portugal não vivemos num Estado de Direito mas antes num “Estado Mafioso”!
Em anexo segue também uma “Carta Aberta” dirigida ao Sr. Primeiro Ministro publicada em Set. /2019 no Jornal O Público.
Tire as suas próprias conclusões.
Com os meus melhores cumprimentos e muito obrigado por tudo.
Agostinho Correia
ANEXOS:
Documento nº 1 – Acção Especial entregue no Tribunal de Contas sobre denúncia às contas da Vianapolis

https://drive.google.com/file/d/0B1zROAB2MLFmUEFRWWJvcmZPTXVyRXZMU3l1MXBfMFJ3UUhB/view?usp=drivesdk
Documento nº 2 – Carta ao Presidente da XIII Comissão de Ambiente

https://drive.google.com/file/d/0B1zROAB2MLFmVFNxUnhpUFhTVnVmVkEtS181c3RsTy1YVnBn/view?usp=drivesdk
Documento nº 3 – Nota de Admissibilidade

https://drive.google.com/file/d/0B1zROAB2MLFmQ0F1U1ZCWktjWkJSSmZLNTFmZzE1eGZjbWRn/view?usp=drivesdk
Documento nº 4 – Resposta ao despacho de admissibilidade da petição

https://drive.google.com/file/d/1JkGnOdR-n-MZfJ5k2k7M8a7QIZf4vnH1/view?usp=drivesdk
Documento nº 5 – Carta aberta a António Costa

https://drive.google.com/file/d/0B1zROAB2MLFmaGdsOW85WE1EUE13ckVYd1lMVGlDSHNlcGUw/view?usp=drivesdk

Outros tempos

24 Janeiro, 2020

Tempo do Lobo

23 Janeiro, 2020

Na triologia da glaciação emocional de Michael Haneke somos confrontados com três perspectivas diferentes da nossa indiferença para com os outros. No primeiro filme, Der siebente Kontinent, uma família segue escrupulosamente o plano de auto-remoção do tédio da existência mundana, destruindo todas as posses e assassinando a filha antes de ambos cometerem suicídio. No segundo filme, Benny’s Video, um miúdo mata uma colega por nenhum motivo que não o de registar em video, meio que também usa para confessar o crime aos pais que tentarão evitar que seja por este condenado. Em 71 Fragmente einer Chronologie des Zufalls somos confrontados com vinhetas que ilustram a habituação dos humanos à violência e a relação de proximidade que com ela temos como parte integrante do tédio quotidiano.

Na vida real somos confrontados com uma pré-campanha presidencial que leva ao aparente suicídio de um homem e que, ao que consta, era pai de filhos menores. Na vida real somos confrontados com o enquadramento legal – em nome da liberdade – para que o estado dê aval e eventualmente forneça o funcionário-carrasco que torne o nosso suicídio num simples acto administrativo, eventualmente afixado em edital para consulta por cangalheiros, fotógrafos e organizadores de eventos. Celebrar a vida, certo? Não vale a pena termos pena dos filhos: é um acto socialista. Somos liberais e, como tal, defendemos que qualquer homem é dono do seu corpo, da sua vida, e só a ele cabe determinar a hora em que, “com dignidade”, a termina. Filhos ficam sem pai? É a liberdade. E até vamos a correr votar na Ana Gomes, a nossa justiceira, certo? Pela liberdade. Ao menos não anda aí a tirar selfies nem aparece na televisão a mudar as cuecas. Somos facilmente contentáveis.

Como o Bom Selvagem de Rousseau, a vida é algo que simplesmente nos acontece, uma propriedade que nos é atribuída através do alinhamento dos astros e da inconsciente luxuria dos pais. Só a nós nos compete antecipar o fim da vida, diz-se por aí, com uma aceitável excepção se menor que 10 semanas. Não vale a pena racionalizar a excepção perante o Grande Dogma Liberal. O Estado é bom, nasceu bom, quer ser bom. Só é mau a cobrar impostos, mas a matar é Bom. A conceder a autorização e a purgar-nos de culpa é mais que bom: é misericordioso. Também é compassivo e generoso: toma conta dos filhos que deixamos quando decidimos que nos seria administrada uma droga letal. Não consigo pensar em ente mais dotado de virtude para nos abençoar a morte que o Estado. Demos Graças a Ele.

Na página da Iniciativa Liberal diz-se, em letras gordas: “o partido de todos os liberais”. Eu acredito. Só vos peço é misericórdia: não me voltem a ofender chamando-me liberal.

Nasci na era errada.

Senhora de Matosinhos

23 Janeiro, 2020

Salgueiro

A “Sábado” publica na sua edição de hoje seis páginas sobre um tema que já havia sido tratado aqui.

Da leitura da peça da revista constato que os responsáveis autárquicos não têm registo dos contratos com os seus próprios fornecedores. Conforme citação da jornalista, informam que “a Itgest não consta como fornecedora do município”. Ora, não passa de uma cortina de fumo já que a ADEIMA é uma entidade na órbita directa da Câmara, presidida pela própria Luísa Salgueiro, e cujo contrato pode ser obtido à distância de um click aqui.

ItGest

Não é de espantar que os políticos se refugiem sempre na legalidade dos procedimentos quando estão em causa questões éticas e políticas como é este caso em Matosinhos. Noutros casos é também comum ver responsáveis públicos invocar a ética imaculada quando porventura se apontam ilegalidades à sua gestão. Ou seja, a legalidade e a ética são sempre relativas e por isso desvaloriza-se cada uma delas conforme as conveniências.

Por outro lado, a oposição em Matosinhos é de uma pobreza confrangedora. Não se ouve, não actua e aparentemente apenas quando as notícias chegam aos jornais sai do conforto do seu recato. A oposição partidária funciona com base na emissão de comunicados e a oposição independente queixa-se da população por não lhe dispensar as assinaturas suficientes para uma candidatura alternativa. É curto e é choninhas.

Por fim, fiquei com uma lágrima no olho ao ler que a presidente da Câmara acha “louvável a preocupação com a ética.”

 

 

 

 

 

Isto anda tudo ligado

23 Janeiro, 2020

Após o estrondoso sucesso do “ambicioso plano” (PUBLICO dixit) das creches nos quartéis o ministro da Defesa lançou outro plano: Dormir em quartéis para atrair jovens às fileiras.

 

Portanto o presidente Macron que teve de ser retirado à pressa pela polícia de um teatro em França

22 Janeiro, 2020

Foi armar-se em Rambo para Israel?

Ps. Não só a comparação com o episódio protagonizado por Chirac é óbvia como o melhor será contratar os israelitas para lhe garantirema  segurança em França

Afinal ainda não sabemos se é ou não para tirar senha para execução

22 Janeiro, 2020

Após ter sido esclarecido que a IL não está necessariamente a pensar apresentar uma proposta para legalizar a eutanásia, algo que interpretei da noticia “Iniciativa Liberal pondera apresentar projecto sobre eutanásia” da Rádio Renascença, tenho que apresentar o meu pedido de desculpas à IL por ter inferido erradamente que “está tudo em aberto” significaria estarem a pensar se iriam pensar em apresentar uma proposta para legalizar a eutanásia. Vim a saber que a jornalista da Rádio Renascença, contra todas as expectativas, é católica. Por isso, não é de estranhar que tenha interpretado as frases do programa político que rezam “eutanásia é uma questão de cidadania e deve ser regulamentada” e “a criminalização da eutanásia é inaceitável” como “eutanásia é uma questão de cidadania e deve ser regulamentada” e “a criminalização da eutanásia é inaceitável”, respectivamente. Isto, em conjunção com “está tudo em aberto” só pode permitir inferir que a IL vai apresentar uma proposta de legalização da eutanásia por fruto do engano lançado pela armadilha de uma católica infiltrada na Rádio Renascença que se identificou como jornalista da Rádio Renascença, uma rádio conhecida pela ausência de católicos.

Assim sendo, as minhas desculpas à IL com a habitual sinceridade que sempre demonstrei.