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Parem com a hipocrisia!

4 Junho, 2020

A ouvir

Tempos modernos

4 Junho, 2020

No ano da Graça de Žižek de 2032, numa cidade do Califado da Catalunha, dois adolescentes – Ablah, 34 e Khalid, 35 – descobrem o desejo sexual emanante da doce fragrância do amor. Andavam na mesma escola, a Secundária George Floyd, em regime de telescola através do Microsoft® Mass®. Um dia, por circunstâncias de um trabalho de grupo sobre eutanásia ambiental, Ablah confundindo os ficheiros, enviou a Khalid uma selfie pensando tratar-se de uma foto da Santa Greta. Khalid, ao ver a figura de Ablah, a única mulher que vira excluindo a mãe, apaixonou-se imediatamente. Qualquer rapaz daquela idade cairia pela doce Ablah e a sua foto sexy, de escafandro negro que oculta com descrição a arrojada burka interior por baixo do fato de apicultora. Nunca vira uma mulher tão despida. Sua mãe, que desde sempre usara armadura de chumbo, não serviu de modelo para a compreensão da forma cilíndrica ligeiramente sextavada do corpo feminino. Khalid, aproveitando a distracção de Ablah, enviou-lhe também um retrato. Ablah, ao ver a viseira, máscara cirúrgica e balaclava Armani, sentiu um inexplicável fogo, como uma infecção urinária das que o pai lhe costuma causar, mas com uma dor agradável, como a da tatuagem de #BlackLifesMatters que fez quando a papisa Mortágua tweetou a recomendação para todos os crentes.

Khalid, a medo, perguntou-lhe: “posso enviar uma foto menos vestido?” Ablah hesitou, mas cheia de vontade anuiu enquanto tirava a viseira do escafandro. Khalid enviou uma foto sem viseira. À medida que a roupa se ia tirando, o nervoso-miudinho de chegarem ao estado em que ficavam apenas com as algálias e os depósitos de urina no corpo dava-lhes uma sensação de bem-estar nunca antes experimentada por nenhum deles, nem Ablah com o pai, nem Khalid com o seu bode David. Por fim, completamente nus, acedem em retirar a sub-máscara do tipo cirúrgico agrafada à face que todos os jovens adquirem ao atingirem a puberdade no ritual pan-religioso de passagem à idade adulta, aos 32 e meio.

O calor, naquele mês de Jordan Peterson, nunca anteciparia o fervor que estes miúdos sentiriam neste mês de André Silva. Foi o mês de André Silva mais abafado da década de acordo com o relatório ISCTE/Instituto Greta-Gates. Toda a fruta que não foi destruída pela geada do mês de Rothbard sucumbiu ao calor de André Silva. Completamente nus, no Zoom, decidem retirar a sub-máscara.

Enquanto se masturbavam, os pêlos nas palmas das mãos de ambos cresciam, mas não se importavam. Continuaram até ao momento do êxtase, altura em que, como lhes explicaram nas aulas de ecologia política do 7º ano, ambos sucumbiriam pelo Coronavírus. E foi o que aconteceu, desgraçando as respectivas famílias. Ainda hoje a história de Ablah e Khalid vem impressa nos manuais dos bonecos sexuais que o estado distribui como aviso para os perigos da perversão que é sexo entre dois humanos.

Tropa a patrulhar as ruas por causa de manifestações violentas?

3 Junho, 2020

Não são os EUA do Trump mas sim a França de Macron em tempo de manifestações dos coletes amarelos.

Foi no passado dia 10 de Maio. Chamava-se Ihor Homenyuk .

2 Junho, 2020

Zita Seabra:  «Alguém se lembra do nome do ucraniano morto nas instalações do SEF (Serviços de Estrangeiros e Fronteiras)em Lisboa? Morto à pancada, torturado por autoridades portuguesas até à morte? Disseram, na altura que esteve 15 horas atado e algemado até morrer. No aeroporto de Lisboa. Mas claro que um ucraniano não interessa nada. Para mais refugiado. A Assembleia aprovou algum voto? O Presidente falou? Os intelectuais fizeram alguma manif ou abaixo-assinado? Foi no passado dia 10 de Maio.
Mas realmente que interesse tem um ucraniano assassinado (alegadamente) por tortura de inspectores portugueses. As vítimas ucranianas nunca tiveram nome, nem no tempo do Estaline porque havia este emigrante de ter? Esqueçam que nem Presidente, nem governo, nem Parlamento se lembram e estão de boa consciência.
Já me esquecia eu também. Chamava-se Ihor Homenyuk . Mas é um pequeno pormenor porque os ucranianos não têm nome.»

Um problema com o sistema

2 Junho, 2020

Segundo se lê aqui J. R. Smith  terá dito «Ele não sabia de quem era a janela que ele partiu e levou uma sova. Persegui-o e espanquei-o. Isto não é crime de ódio. Não tenho nenhum problema com ninguém que não tenha nenhum problema comigo. É um problema com o sistema».

Os problemas com o sistema do milionário J. R. Smith devem ser  da natureza dqueles problemas que os milionários costumam ter. Mas o sistema que para o caso me interessa é o que leva a expurgar as suas declarações de tudo aquilo que se ele não fosse negro levaria a que a esta hora estivesse a ser objecto de uma onda de indignação.

 

 

Onde se pode encontrar a declaração de choque da UE

2 Junho, 2020

sobre as manifestações dos gillets jaunes em França?  Sim, houve mortos e também feridos graves.

De caminho alguém encontra  uma declaração de choque da UE sobre os tumultos da Catalunha? Pois é, chocarmo-nos com os outros é tão fácil!

Cansados das maravilhas da libertação

2 Junho, 2020

Milhares de pessoas deixaram as novas e libertas nações africanas para viver nestas deploráveis condições  na pátria colonizadora, racista, exploradora etc etc…

 

Torrão da Trafaria

Bairro da Jamaica

 

 

Rasca não era insulto, era diagnóstico

1 Junho, 2020

Durante anos fomos sustendo a teoria que a minha geração, os nascidos com e de cravos, iriam conquistar o acesso ao poder informativo e executivo e, com isso, mudar definitivamente a face do parolo folclore revolucionário para um cosmopolitismo natural, oriundo da facilidade com que se chega a Badajoz e daí a Dubrovnik. Não aconteceu. A minha geração chegou à meia-idade sem se afirmar, declarando com todas as letras o quão o modelo de dinâmica social a que aspiramos é o de pertencermos ao mesmo mundo em que gravita um — digamos — Manuel Alegre.

No resto do planeta civilizado, baby boomers definiram o cânone cultural. A paz conquistada com o fim da segunda guerra não lhes apaziguou o espírito. Pelo contrário, foram os rebeldes, os rock’n’rollers, os criadores, os sátiros, os rebeldes, os da consciência alterada e os dos “tem que haver algo mais”. Nós, os que vieram a seguir, nós somos as formiguinhas à espera que o sentido de oportunidade pela vida dos baby boomer nos arranje uma vidinha confortável. E depois tivemos filhos, que criamos para enaltecerem obras tão relevantes como $ave Dat Money.

All of my luggage is Louie V, I swear to God nigga
All of my bitches be scared of me, I put that rod in ‘em
All of them bitches actin’ thotties, I disregard them
All them bitches actin’ holy, ain’t got no God in ‘em
I can teach a lil nigga somethin’, preach
I can take his ass church fresh as hell, no Easter
I can make his ass burp like a baby without no hiccup

Com todo o respeito pelas pessoas que agora se embeiçam por velhos e novos partidos, não é aí que “se muda o mundo”. As pessoas têm no bolso computadores poderosos que tornariam qualquer equipamento usado para gravar Penny Lane num mero brinquedo. E, no entanto, usam-o para ver gatinhos ou para sentirem que participam em algo ao dizerem uma laracha para os “amigos” entre idas ao quarto-de-banho.

Olho para os meus filhos e percebo que a minha geração nunca teve nada para lhes oferecer para que se insurjam contra nós. O mínimo que podemos fazer é sair de cena e prepara-los para serem o que nós nunca fomos e, lamentavelmente, nunca quisemos ser.

A experiência impactante da arquitectura comunista

1 Junho, 2020

A arquitectura comunista tem uma estética própria. Observá-la é uma experiência integral. Ao contrário do que acontece nas obras do imaginário capitalista, concebidas para satisfazer as exigẽncias de uma clientela, aqui tudo faz sentido, os materiais cumprem o seu papel numa articulação perfeita entre o espaço e a função. Não há cedências.

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Bairro da Jamaica, Seixal.

Só para lembrar

31 Maio, 2020

Que o Brasil nos está a ultrapassar na corrida aos milagres: hoje contam-se naquele país 136 mortos por milhão. Em Portugal estamos em 137.

Contra o novo normal

31 Maio, 2020

O novo normal expôs uma oposição que à esquerda fez do crescimento do aparelho de estado o seu euromilhões e que à direita, no PSD, vive uma espécie de regresso ao passado, àqueles tempos em que criticar um governo era sinónimo de atacar o país. E depois, claro temos devidamente exponenciado o síndroma André Ventura, essa patologia que se traduz por acreditar que tudo aquilo que André Ventura diz é mau só porque é dito por André Ventura. Deste síndroma André Ventura também faz parte a convicção que André Ventura tem um apoio de tal forma crescente que qualquer candidato que surja à direita será derrotado por Ventura, à excepção de Marcelo, claro. Percebo que a tese agrade a ambos, a Marcelo e a Ventura, mas isto não é um dilema é uma ratoeira. Ou se quebra esta dicotomia apresentando uma outra candidatura ou os próximos anos serão marcados pelo tacticismo egocêntrico de Marcelo e o crescimento do ascendente político do líder do Chega que na verdade já nem precisa de abrir a boca para ser declarado vencedor dos debates que não travou.

Manadou Ba, acabou o teatrinho!

31 Maio, 2020

Tinha de vir o dia em que duas minorias se enfrentassem para ficar claro como a água  o teatrinho do Manadou Ba e seus satélites – BE e o MAS. Sempre com a boca cheia de palavras de ordem contra o racismo, que lhes serve de bandeira para mostrar “solidariedade” com os grupos “oprimidos”, a hipocrisia tem sido evidente quando os factos acabam por contradizer em absoluto estes personagens que se alimentam da fracção social e instigam a ódios. Vamos aos factos:

Que disse publicamente Mamadou Ba sobre este episódio bárbaro em plena luz do dia de um cidadão cigano contra um africano? Fez o jogo do arremesso virando o assunto para o lado que lhe convinha: chamou nomes àqueles que o acusam de hipocrisia, pede justiça, diz  não saber “se este é um crime racista e que, se alguém cometeu um crime, independentemente da cor da pele, tem de responder pelos crimes que cometeu”. Só isto. Viu alguma marcha, manifestação ou apelo à mobilização de todos os oprimidos contra esta barbárie nas redes socais ou média, ordenou alguma acção musculada junto da sociedade para condenar estes actos e exigir responsabilidades públicas como o fez com  o Giovanni e  outros? Viu?

Não. Nem vai ver. Como não viu quando uma miúda branca ficou sem um punhado de cabelos depois de ter sido vítima de uma agressão violenta de um grupo de africanas. Aqui:

https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/video-mostra-jovem-a-ser-brutalmente-agredida-em-cascais

Como não viu quando outra miúda branca foi também agredida e humilhada  por uma africana. Aqui:

Como não viu quando cidadãos que acudiam a um homem a ser agredido na via pública por ciganos em Coimbra, ficaram quase à beira da morte. Aqui:

https://www.cmjornal.pt/multimedia/videos/detalhe/agressao-brutal-em-coimbra-faz-tres-feridos-graves

Se é violência contra caucasiano, não interessa. Se for contra africano ou cigano, só interessa se o autor for caucasiano. Isto é que é o VERDADEIRO racismo. E é este racismo que Mamadou promove. Ponto. 

Factos são factos e  não vale a pena fingir que não vemos isto. Não vale a pena fingir que não percebemos o RACISMO destes “mamadous” hipócritas ao tratar de modo diferente as agressões violentas que por vezes levam à morte de inocentes, sejam de que raça, etnia ou cultura forem. 

E que dizer deste ataque de Mamadou Ba  a um africano só porque é instruído o suficiente para o desmascarar? 

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Esta gente não defende as minorias. Alimenta-se delas. Instigam-nas para que se revoltem e provoquem o caos social no qual eles se movimentam e se fazem perpetuar como “os salvadores” dos pobres oprimidos. Mas não passam de farsantes. 

Ademais, algo de muito estranho se verifica quando vemos que apesar de terem recebido por ajuste directo várias verbas (veja aqui), que totalizaram até 2015 cerca de 200 000 euros, e outras através da CIG, não se vê qualquer resultado concreto na integração dessas populações. Pelo contrário, continuam exactamente como sempre: pobres, marginais, segregados em bairros sociais que são autênticos guetos. Porquê? 

Não há registos. Ao abrir o site desta “associação” não temos qualquer informação sobre os órgãos sociais, estatutos, relatórios e contas. Nada. Zero. As “actividades”, essas então,  são quase nulas. 

Com actividade desde 2003, não seria já tempo mais que suficiente para ver resultados práticos dessas acções? 

Era. Só que a verdade não é mostrada nem investigada pelos jornalistas do mainstream mais preocupados em perseguir quem denuncia estes agiotas racistas  da agenda “anti-racista”. É preciso ir atrás da informação, que nos é ocultada, para ouvir de viva voz o próprio racista Mamadou a dizer preto no branco que, de facto, há uma agenda política que serve de base a esta hipocrisia monumental a que  chamam de  “combate ao racismo”. Aqui um resumo do que é dito no vídeo durante a intervenção deste indivíduo na Conferência do MAS: 

1- Tudo é luta política, só uma guerra social generalizada possibilitará o erigir do socialismo; generalização e extensão da luta de classes tradicional a todas as relações humanas possíveis e imaginárias, divisão da população por raças, etnias, sexos, desejos sexuais e por diante; apoio a novos grupos de marginais e minorias enquanto arma e instrumento de ataque à civilização ocidental; incitação à violência e instauração de clima de terror; tomada da cultura para impor uma hegemonia cultural marxista; apropriação das artes, escolas, universidades, comunicação social, redes sociais e todo o espaço público; conotação de todo o pensamento não marxista como fascista ( incluindo a social-democracia ); ilegalização, perseguição e punição do pensamento não marxista; reescrever a história e criminalizar retroactivamente todo o percurso humano na existência; utilizar e manipular movimentos não marxistas como instrumentos revolucionários.

2- e por fim, segundo este ideólogo “DAR PORRADA” minuto: 4:40; estar preparado para o combate e confronto “porque daqui a uns anos não vai ser possível andar nas ruas sozinhos…”


 

As pessoas pastilha-elástica

29 Maio, 2020

Comecei a ver a interessante série Netflix “Trial by Media”. Deixando pontas soltas e ângulos por explorar, dificilmente classificaria esta série documental como excelente, mas, apesar das limitações, é bastante interessante por trazer à tona material que permite a discussão sobre o papel dos média e a ruptura que podem causar na opinião pública acerca do julgamento de um crime.

No quinto episódio, sem contar, deparei com uma história conhecida, a da Cheryl Araújo, a jovem violada em grupo num bar de New Bradford, Massachusetts, nos início dos anos 80 e que serviu de inspiração ao filme de 1988 protagonizado por Jodie Foster, The Accused. É um caso que é paradigmático por vários factores, desde a legitimidade para a divulgação do nome de vítimas até ao esmiuçar na praça pública de eventuais comportamentos que de alguma forma sirvam para atribuir culpa à vítima do crime que ela própria sofreu. Contudo, o aspecto que quero trazer à baila é o do orgulho de manada. A tribo.

Após a condenação de seis homens – Victor Raposo, John Cordeiro, Joseph Vieira, Daniel Silva, Virgílio Medeiros e José Medeiros – a comunidade portuguesa e de luso-descendentes do Massachusetts saiu à rua em indignação. Crendo que a caracterização dos condenados como “portugueses” colocaria em causa toda a comunidade lusa em território norte-americano, a certa altura no documentário ouve-se alguém questionar, parafraseando: “não bastaria dizer serem homens, era mesmo necessário dizer que eram portugueses?”

Durante as manifestações podiam ver-se cartazes afirmando que o julgamento foi injusto, assim como macabros cartazes de “was she willing?” e “it wasn’t murder it was consent [sic] sex!!!”. Entre cânticos de “o povo unido jamais será vencido”, toda uma comunidade saiu à rua para condenar a atribuição de pena a uns homens, que por serem portugueses, nunca deveriam ser condenados por violar alguém à vez numa mesa de bilhar: se houve sexo foi porque ela o instigou, crêem os manifestantes.

Quando atribuímos crimes “aos ciganos” ou “aos muçulmanos” devemos mencionar a etnia ou a religião? Enquanto uns acham que sim, outros acham que é uma generalização abusiva para grupos heterogéneos como “os portugueses”, ou “os ciganos”. Porém, há generalização mais abusiva do que duvidar que uma vítima de violação – e é indiferente se usava mini-saia, se estava nua ou se inicialmente estaria disposta a flirtar ostensivamente com fosse quem fosse – possa colocar em causa a honra de toda uma nação apenas pela origem dos criminosos, levando até a desculpar criminosos como vítimas que meramente cederam num “pequeno deslize”?

Só há uma forma de evitar este horror: é que as denúncias dos horrores partam dos próprios grupos, das próprias tribos. Contrariamente aos portugueses de Massachusetts que sairam à rua para defender violadores, deveriam ter saído em defesa da sua comunidade, que só é conseguida manifestando o imenso repúdio pelos actos de membros dessa comunidade. Quando ciganos, muçulmanos, portugueses ou católicos se insurgirem contra os lobos dessas próprias comunidades, aí sim, poderemos acabar com generalizações. Até lá, a única atitude racional é aquela a que qualquer Mamadou Ba chamará de racismo ou de xenofobia.

Fiquei a saber que nenhum dos homens condenados pela violação de Cheryl Araújo cumpriu pena superior a seis anos. Fiquei também a saber que Cheryl morreu em 1986, aos 25 anos, apenas dois anos após o julgamento, sem qualquer atenção mediática dedicada ao facto. Como a pastilha elástica: mastiga-se e quando perde o sabor deita-se fora.

Apoiado

29 Maio, 2020

Decidindo e revogando ao sabor do facebook

29 Maio, 2020

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) vai revogar a disposição que exigia uma bolsa de até 30 horas de trabalho aos artistas contemplados com o apoio de emergência – um montante total de 500 mil euros repartido por 232 pessoas singulares e 46 pessoas colectivas.

O inverno perestroikiano obrigou a lebre a trocar Moscovo por Pequim

29 Maio, 2020

Maio de 2020: Dirigente do PCP nega que haja repressão em Hong Kong e critica media por abafarem “fabuloso desenvolvimento” da China. Segundo Gustavo Carneiro, membro do comité central, a repressão foi antecipada pelos media mas nunca existiu.

21 de Abril de 2020: «O PCP defendeu na segunda-feira a opção de a China adotar meios de controlo pessoal de doentes em Wuhan, no princípio do surto de Covid-19, mas rejeitou a sua aplicação em Portugal. Partido criticou ainda as “campanhas de desinformação” dos EUA.»

2020, 19 de Abril: «O PCP sugeriu esta terça-feira que o Governo peça a ajuda da China ajudar no “trabalho de prevenção e controlo” da pandemia de Covid-19 em Portugal»

2019: Em entrevista à agência Xinhua (Nova China), o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, diz que “no mundo atual, é de grande importância que a China continue vigorosamente trilhando seu próprio caminho de construção socialista, sob a liderança do PCC. Diz também que “China promove comércio internacional para desenvolver relações equitativas”

2019: PCP vota contra pesar por massacre de Tiananmen

2017: Delegação do PCP visita China

2013, Fevereiro: Delegação do PCP liderada por Jerónimo de Sousa visita China, Vietname e Laos

2010: «Uma delegação do PCP deslocou-se à República Popular da China, de 4 a 15 de Julho, a convite do Partido Comunista Chinês (PCC). A delegação, recebida de forma acolhedora e fraternal, teve a oportunidade de aprofundar o conhecimento da actual realidade daquele grande país, onde a par de extraordinárias realizações se apresentam significativas contradições e amplos desafios para o PCC e o povo chinês, confirmando a importância do papel e da evolução da situação na China para a evolução de toda a situação internacional.»

2008: Delegação do PCP na China (…) Em Wuhan, Nanquim e outras cidades que visitou, a delegação do PCP pode observar as profundas transformações económicas e progressos sociais alcançados no processo de reforma e abertura conduzido pelos comunistas chineses. Declarações durante visita à China Partido Comunista Português reitera apoio à soberania chinesa no Tibete

2005: Delegação do PCP visita China e Vietname. Partiu hoje para Pequim uma delegação do PCP dirigida pelo Secretário-Geral, Jerónimo de Sousa e integrando Albano Nunes, da Comissão Política e do Secretariado, Rosa Rabiais, da Comissão Política e Ângelo Alves, do Comité Central e da Secção Internacional.

Medidas consideradas excelentes no Portugal socialista desde que usadas apenas contra os outros

28 Maio, 2020

O DESPEDIMENTO NA HORA: Polícia de Minneapolis matou negro. Quatro agentes foram despedidos

A PERSEGUIÇÃO AOS ABRANTES: Depois de buscas a aliados de Bolsonaro, procurador-geral pede suspensão da investigação sobre fake news. Investigação parte do Supremo e tem como objectivo perceber a organização de uma rede de produção e difusão de notícias falsas e calúnias contra adversários do Governo.

A ler

28 Maio, 2020

Diogo Prates: «Se o socialismo falhou em todo o lado onde foi implementado, caso de Cuba, Venezuela ou Coreia do Norte, porque haveria de resultar no distrito de Setúbal? O distrito de Setúbal é das regiões da Europa com mais pessoas a viver em barracas. Deixem-me dar-vos três exemplos: as Terras da Costa, na Costa de Caparica; o Bairro do 2ª Torrão, também no concelho de Almada; e o bairro da Jamaica, no concelho do Seixal. Estes são bairros onde as pessoas vivem sem a mínima dignidade e salubridade, sem água canalizada, sem electricidade ou com “puxadas” ilegais, e com esgotos a céu aberto.»

Víctor Reis «A dita “Renda Segura”, com contratos a 5 anos, terá o seu primeiro grande teste nos meses que antecedem as eleições autárquicas de 2025. Quando os proprietários das habitações agora entregues à Câmara Municipal de Lisboa lhe comunicarem que não pretendem renovar os contratos de arrendamento, haverá um monumental pandemónio: a câmara não terá onde realojar as famílias que lá habitam e que não têm para onde ir. (…) As manifestações, os protestos, as ocupações, as movimentações e… vocês que entregaram as vossas casas à câmara pensando que estavam “seguras”, vão ficar “entalados”.»

PS. Entretanto a CML terá torrado milhões a brincar às agências imobiliárias.

 

Fábulas intervencionistas na Comunicação Social

27 Maio, 2020

Um ensaio de Ricardo Dias de Sousa para a Oficina da Liberdade que vale a pena ler por completo no Observador.

Passagens avulsas:

Não garanto, mas o sistema de preços está a informar que, neste momento, os recursos empregues nestes projectos são mais urgentemente necessários noutros que os empreendedores têm que descobrir. O resto é culpar o mensageiro porque a mensagem não é do nosso agrado.

As preferências dos indivíduos só se podem manifestar no acto livre de eleição e, quando um indivíduo escolhe livremente comprar um par de sapatos em vez de um jornal, está a manifestar essa preferência por sapatos sobre jornais nesse preciso momento, por muito que a alguns lhes custe admitir o contrário.

Informação urgente e escassa é valiosa, o que é difícil é acertar no modelo. Os produtores de música ou de filmes e séries também se queixavam de que as pessoas não estavam a pagar o “justo valor” pelo trabalho dos criadores. Afinal com grandes reduções do preço e entrega desse produto intelectual de uma maneira que os consumidores apreciam, foram capazes de solucionar (sempre de forma transitória) os problemas que afectavam o sector.

Existem muito poucas coisas que os estados inventem, o que quer dizer que todos os bens, mesmo aqueles que se consideram públicos, apareceram por via de empreendedores privados, apesar das características que “teoricamente” fazem deles bens públicos. E é sem surpresa que, nesta situação, estejam obviamente incluídos… os meios de comunicação social.

Quando alguém afirma que a lei da oferta e da procura não funciona está a dizer que não funciona da maneira como essa pessoa gostaria ou esperaria que funcionasse.

Julgo que muito do mal-estar das sociedades modernas deriva exactamente do facto de o Estado nos querer fazer pagar pela nossa suposta felicidade, ao mesmo tempo que determina coerciva e arbitrariamente o preço desta.

Discutir a eutanásia? Podem simplesmente internar-se num lar. Então se o lar for na Bélgica ou em Espanha o caso resolve-se em dias

27 Maio, 2020

Eutanásia. Parlamento vai iniciar debate na especialidade

Os velhos foram nacionalizados

27 Maio, 2020

O que está a acontecer com os velhos, incomunicáveis, condenados a morrerem longe, com um regime de visitas mais controlado que o das prisões (e sem direito a amnistia) espelha aquele que é o lado mais obscuro do nosso tempo: os velhos foram nacionalizados

Marcelo não quer explicar isto?

27 Maio, 2020

JN: De acordo com o jornal digital “Cascais24”, que avançou a notícia, terá havido um assalto a um estabelecimento na rua Direita, do qual resultaram cinco feridos, três dos quais agentes policiais. O incidente ocorreu por volta das 20 horas, em circunstâncias ainda por apurar. Segundo o diário local, um gangue terá procurado tomar de assalto um estabelecimento explorado por emigrantes indiano. Marcelo Rebelo de Sousa, que estaria a circular entre as praias da Conceição e da Rainha, foi conduzido de imediato pelos agentes do Corpo de Segurança Pessoal para o interior do vizinho hotel Albatroz, adiantou o mesmo jornal.

EXPRESSO: Por muito pouco, Marcelo Rebelo de Sousa não foi apanhado na terça-feira, ao final do dia, no meio de um assalto, em Cascais. O Presidente da República circulava entre as praias da Conceição e da Rainha, como qualquer veraneante, quando ocorreu um assalto a uma pequena mercearia, situada na rua Direita.  Os três indivíduos responsáveis pelo assalto ofereceram resistência, mas acabaram por ser detidos pela PSP. O dono do estabelecimento e dois agentes tiverem que receber tratamento no Hospital de Cascais.

CM: Grupo de 20 pessoas assalta loja em Cascais. Um polícia ficou ferido Polícia acabou com ferimentos ligeiros e teve de ser conduzido ao Hospital de Cascais.

A roleta e a espada

26 Maio, 2020

Em 2014 escrevi para o Observador um texto sobre Manuel dos Santos, Clementina Ângela e Stanley Ho. Stanley morreu hoje. Entre a roleta e a espada, a vida destas pessoas foi uma espécie de “suerte entre dos”, essa faena a dois em que a sorte de cada toureiro está nas mãos daquele com quem partilha o capote: Stanley Ho, um dos homens mais ricos do mundo. Manuel dos Santos, um dos toureiros mais marcantes que o mundo conheceu. Entre eles uma mulher: Clementina Ângela. A “Tininha”. A mulher que dava sorte.   Portugal, que fez de Stanley e da sua mulher Clementina Ângela imensamente ricos, deu-lhes também a provar o amargo da tragédia: em Portugal Clementina ia perdendo a vida e viveu a morte de alguém., Manuel dos Santos, a quem estava unida, independentemente da natureza dessa relação. Stanley ia perdendo a mulher no acidente que esta sofre com Manuel dos Santos. E ambos, Clementina e Stanley, perderam o filho mais velho, aquele que era visto como o herdeiro natural do império construído por Stanley: a 23 de Junho de 1981, Robert Ho e a mulher, a modelo Suki Potier, morrem num acidente de automóvel na marginal.

Logo à tarde o que será?

26 Maio, 2020

Hoje, manhã cedo: OMS alerta para possibilidade de segunda vaga

Ontem: Covid-19. É “cada vez mais” improvável segunda grande vaga, diz OMS

 

Em dez anos quantos jornalistas foram condenados por racismo?

26 Maio, 2020

PÚBLICO: Em dez anos nenhum polícia foi condenado por racismo. Estudo diz que há negligência na investigação

Por exemplo quantos  jornalistas do PÚBLICO foram condenados por racismo? Nenhum? A sério! Como é possível? Houve certamente negligência na investigação.

 

Percebido?

25 Maio, 2020

Covid – Os Vinte Países com maior número de mortes por 10 milhões habitantes
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Tirado daqui

Publicidade institucional do Estado nos Media

25 Maio, 2020

No debate de ontem à noite sobre “Estado, Comunicação Social e apoios públicos” que pode ser visto na íntegra aqui, referiram-se alguns números sobre a publicidade institucional do Estado que gostaria de salientar:

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(Fonte: ERC – Relatório de Regulação Publicidade Institucional do Estado 2018)

No entanto, os apoios com dinheiro dos contribuintes conhecidos há dias e enquadrados como publicidade institucional do Estado equivalem a cerca de 10 anos de gastos desta rúbrica de despesa.

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Em vez de chamar a esta operação “adiantamento por conta de publicidade”, conviria talvez deixar claro que se trata de uma subvenção directa ao sector.

 

Carta aberta à Revista Visão

25 Maio, 2020

Caro jornalista,

Acabo de ler o seu artigo na Revista Visão e como cidadã atenta permita-me umas palavras:

É preciso ter-se estômago para ler o artigo sem náuseas. Do início ao fim, àquilo que chama de “investigação,  não passa de um artigo  influenciador de opinião sustentado por uma interpretação  e conclusões subjectivas, meramente a partir “depoimentos” de pessoas. Mas que jornalismo é este? Voltamos ao tempo da PIDE que por “achismo” prendia?

Mas vamos aos factos:

1- Começa por dizer que “(…) não é o messias mas parece, telemóveis ao alto os fieis transmitem em directo os discursos e difundem-nos em massa nas redes socais. (…)  que frenéticos querem tocá-lo, segregar-lhe algo, tirar uma fotografia. (…) que o presidente do Chega juntava afectos”. Chama-lhe “profissional do palanque”. Diz que tem “oratória adaptada a reformados, professores, policias, taxistas, bombeiros, e saudosistas do regime”.  Mas não se fica por aí. Diz que Ventura em palco “funde comédia de cabaret com panfleto clubista e jornal sencionalista” e usa “método do salame”. A carga negativa subliminar está presente tentando fazer uma analogia a líderes de “seitas”.

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2- Apelida de  ” Direita Radical Populista”.   Mas agora são os  jornalistas que  classificam  segundo a sua opinião? Com que base faz esta classificação? É capaz de me descrever  ponto por ponto o que é uma “direita radical populista” ou só o faz porque lhe dá jeito dar esse cunho negativo com base em coisa nenhuma? Você é o Costa Ribas da Visão? Desde quando é que um partido que defende os valores judaico-cristãos é extremista e populista? Está a insinuar que os nossos bisavós e avós eram “perigosos extremistas”?

Sobre os principais dirigentes de “peso”, a mesma linha de rotulagem negativa, baseada em nada:  refere  “suspeito” de envolvimento (não há prova); escreve “ultraconservadora” sem explicar como avaliou essa colagem e o cuidado de referir que o Dr. Diogo Pacheco fez parte de uma “rede bombista”.  Mas, não diz que “o MDLP teve um papel relevante na preparação de campo para o êxito do 25 de Novembro nos anos quentes que se seguiram à Revolução de 25 de Abril de 1974 em Portugal”. Ou seja, que foi uma organização que ajudou a evitar uma ditadura comunista e que citando o autor Miguel Carvalho: “O PS teve um grau de envolvimento muito grande com a rede bombista e com os seus objectivos. Achou, a determinada altura, que valia tudo para combater o PCP e isso significou, em certo momento, uma cumplicidade com o radicalismo de direita”. Mas isso, não convinha mencionar no seu artigo, pois não?

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3- Fala de “como o Chega extremou a sociedade e pode beneficiar da crise pandémica, quem são os seus membros, que causas defendem, e o que escondem?” Parte do princípio que as pessoas “escondem” coisas deliberadamente. Insinua que são “criminosos”. Mas provou ou limitou-se a dizer “o que ouviu por aí”? Por acaso tem consciência que isso é um crime de difamação? Que os jornalistas não podem divulgar fake news?

4- Refere o cabelo pintado de azul da Elsa Abreu, uma militante professora reformada. O pormenor de  referir cabelo azul não é meramente descritivo nem foi inocente.  É influenciador de opinião. Tem propositadamente uma conotação de excentricidade que convém à narrativa.

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5- Descreve João Tilly (outro apoiante) como negacionista das alterações climáticas (sempre conotações negativas). Escreve: “um dos vídeos onde se espraia em conspirações sobre a pandemia”. Logo aqui 2 mentiras descaradas: 1º ele não nega alterações climáticas mas sim, questiona a agenda do aquecimento antropogénico usando os argumentos dos cientistas que se opõem a esta agenda mundial; 2º questionar as incongruências das reacções governativas à pandemia sem qualquer  base científica, não é conspiração, é constatar um facto. Mas quis influenciar opinião com estas conotações e desacreditar a pessoa em causa como apoiante do Chega. Não foi por acaso que o escolheu.

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6- Compara o Chega  a uma “seita”. Chama “dízimo” (colagem às seitas religiosas) ao preço “para entrar” em jantares, quotas e subvenção; chama “alcateia” aos aderentes seguidores na rede social  e “milícias digitais” aos administradores das páginas comparando com uma “força militar” (também o uso da palavra “militar” não é por acaso). Usa e abusa da referência aos evangélicos para dar imagem negativa (quem não se lembra da reportagem de Ana Leal sobre a IURD que nada tem a ver com estas pessoas). O cuidado de mencionar  Salvini, Trump e Bolsonaro que os média diabolizaram tal como o fazem com Ventura (mais carga negativa). A menção aos dirigentes com ligação  ao ramo imobiliário de luxo (quem não se lembra dos escândalos com vistos Gold que nada tem a ver com estas pessoas) só com intenção de fragilizar a imagem do partido.

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7- Afirma, com base no que é supostamente dito por um  “perito” mas que não diz quem é, que existem 20000 perfis falsos atribuídos só ao Chega. Se houvesse seriedade neste trabalho não só divulgava o nome desse “perito” e onde trabalha,  como demonstraria como chegou a essa conclusão. Mas não. Bastou “mandar a boca para o ar”.

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8. Não mencionou que o melhor amigo do Ventura é um congolês – Luc Mombito – e seu secretário pessoal,  estando sempre presente nos eventos sem que o entrevistasse (a sua fonte não o viu?),    nem que possui simpatizantes de etnia cigana que estiveram numa manifestação de feirantes. Falar e mostrar isso não interessa a nenhum jornalista pois estraga a narrativa “racista”, certo?

A isto chamou de investigação jornalística.  Não lhe ensinaram  que INFORMAR carece de total isenção e nunca pode conter juízos de valor, opiniões subjectivas com vista a influenciar a opinião pública e que tudo tem de ser  devidamente fundamentado com a devida prova?

Pois bem, agora sugiro que continue as suas investigações e faça o mesmo com todos os partidos do sistema ou ligados ao sistema. Um a um e com detalhe. Vá, atreva-se. Serei a primeira  da fila a bater-lhe palmas pela coragem.

Para ajudá-lo deixo aqui orientações com  algum  material (mas há muito muito mais).  Assim, os seus leitores, com uma RADIOGRAFIA a TODOS os partidos políticos protegidos do sistema,  poderão ter uma visão real (não enviesada) do que são e quiçá até constatarem quem são afinal os verdadeiros partidos extremistas fascistas perigosos e as  suas ligações. Aqui vai uma ajudinha:

Partido MAS – com ligações ao BE  é um grupo anarquista revolucionário que expõe pessoas comuns em  listas PÚBLICAS,  que classificam de “fascistas” sem qualquer base legal apenas por “achismo” e as perseguem  e ameaçam  a elas e família. Depois das queixas, passaram a “trabalhar” com grupos “fechados”. São perigosos. Designam-se por “Antifas” e fazem apelo à anarquia, à rebelião e “eliminação” de “fascistas”. Aqui 2 intervenções durante uma convenção do MAS, onde Mamadou Ba sugere “dar porrada”  e Jonathan faz apelo a acção mais musculada contra “fascistas” desconhecendo que  fascistas e anti-fascistas são da mesma família.  Graças à comunicação social, que não se cansa de fazer propaganda negativa contra o CHEGA e que falsamente  classificam como “fascista”, estes indivíduos perigosos transformaram os militantes do Ventura em alvos a abater. É só ver as páginas dos Antifas. Infelizmente são um partido porque a Constituição não proíbe o comunismo.

https://www.facebook.com/Antifa-623935984751463

https://www.facebook.com/AntifaPorto

https://www.facebook.com/BragaAntifa/

 

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Partido BE – Tem elementos que foram terroristas das FP25 (grupo terrorista que matou 18 pessoas incluindo uma criança),  dois deles residentes em Agualva/Cacém e autarcas eleitos pelo BE (Teodósio Alcobia e Helena Carmo). Sem esquecer Otelo Saraiva de Carvalho com quem o BE anda ao colo. Veja todos os restantes nomes aqui: Fonte: https://dre.pt/home/-/dre/2838006/details/maximized 

Com ligações ao SOS Racismo e ao MAS, instigam ao ódio para fragmentar a sociedade sob o pretexto da defesa das minorias.

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Partido PSD – as ligações ao PCTP/MRPP de Durão Barroso e Emídio Guerreiro interveniente na criação da LUAR.

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Partido PCP– O ARA e as Brigadas Revolucionárias foram o  braço armado do PCP; as mortes, ocupação de propriedades e  saques durante o PREC; o apoio assumido às ditaduras comunistas/socialistas.

Partido PS – “Os contos Proibidos”,  o livro censurado por Mário Soares (leia tudo até ao fim), e que levou ao exílio do seu autor por temer pela vida – Rui Mateus –  um dos fundadores do PS. É uma viagem alucinante ao submundo do partido; o apoio à  MDPL que menciona no seu artigo,  para travar o comunismo;   Sócrates e a interminável teia de corrupção e branqueamento de capitais e tráfico de influências;  as 3 bancarrotas dolosas; Costa e o nepotismo, clientelas, negociatas e manipulação da CS.  Tenho até uma sugestão para a capa:

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Transversal a TODOS os partidos do sistema ou ligados ao sistema,  temos autarcas condenados por corrupção a exercer cargos públicos;  populismo; propaganda enganosa; fabricação de  fake news; ligações de políticos a negócios; clientelas; “recrutamento” de civis para manifestações e outros; nepotismo;  adjudicações directas lesivas; gestão dolosa;  licenciaturas falsas;  financiamentos duvidosos; demagogia; mentiras; luvas; favorecimentos; perfis falsos e grupos fechados de avençados ao serviço dos partidos e governos para manipulação da opinião pública e muito mais.

No final, espero vê-lo chamar de  populistas, radicais extremistas e fascistas a todos.

Bom trabalho!

 

 

PS: Pela gravidade desta acção concertada dos média à conta dos 15 milhões do patrocinador estatal  nesta difamação colectiva sem precedentes a um partido, tenho esperança que  o Chega responsabilize criminalmente, daqui em diante, todos aqueles que no seu dever de informar, fazem propaganda difamatória com o único objectivo de criar um estigma de medo junto do eleitorado para que receiem orientar o seu voto no partido.

 

 

 

 

 

 

 

Conta Corrente

25 Maio, 2020

OJoão Gonçalves fotografou a casa de Vergílio Ferreira em Fontanelas. De certo modo escreveu a página que faltava para encerrar os Conta-Corrente.

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De facto é inaceitável como se tolera ao PCP esta prática de contestar na rua o que aprova nos gabinetes

25 Maio, 2020

O secretário-geral do PCP diz que os 850 milhões de euros transferidos recentemente para o Novo Banco davam para “resolver metade dos problemas sociais que neste momento existem”. O líder comunista apelidou a situação de “inaceitável”

Ninguém acha oportuno recordar que o empréstimo de 850 milhões de euros do Estado ao Fundo de Resolução é uma obrigação do Estado, regulada por contrato entre as partes, de 2017. O empréstimo, respeitante à recapitalização de 2020 foi aprovado com o Orçamento do Estado para 2020. Portanto o PCP garantiu com os seus votos e com a sua abstenção aquilo que agora critica:

Em 2017 o PCP fazia parte da solução de Governo permitindo ao PS governar

Em 2018 o PCP fazia parte da solução de Governo permitindo ao PS governar

Em 2019 o PCP fazia parte da solução de Governo permitindo ao PS governar

Em 2020 o PCP permitiu a aprovação do OE (onde constava a transferência dos 850 milhões para o Novo Banco)  ao abster-se na sua votação

O estrondoso silêncio

24 Maio, 2020

Coronavírus: A Bélgica atingiu os 801 mortos por milhão.

 

Não há dinheiro que pague a raiz deste pensamento

24 Maio, 2020

Enquanto escrevo aconteceu mais uma rixa na praia de Carcavelos. Pese as rixas na praia de Carcavelos terem-se tornado um item obrigatório de cada Verão o detalhe noticioso sobre o caso nunca vai além das expressões “grupos rivais” (qual será a rivalidade?) e a “arma branca” (será a faca de fazer sandes?) usada nas rixas entre os ditos grupos rivais.

Enquanto escrevo a Bélgica está a chegar aos 800 mortos por coronavírus por milhão de habitantes. Onde estão as notícias?

Enquanto escrevo em várias cidades de Espanha, a começar por Madrid, registaram-se manifestações-marcha automóvel de contestação à política do governo. Onde estão as notícias?

… Foi preciso o apoio do governo aos media para que isto fosse assim? Não. Há muito tempo que a linguagem dos jornais, rádios e televisões é a versão mediática do socialismo, ou melhor do progressismo.

Que pena a Espanha ficar em Marte e o último reporter que se mandou lá ter desaparecido

23 Maio, 2020

Pode não parecer mas por toda a  Espanha estão a acontecer neste momento manifestações contra o governo de Sanchez. As manifestações foram convocadas pelo VOX mas é notório vendo os videos do que está a acontecer em Madrid  que a adesão ultrapassa em muito o espectro eleitoral deste partido que os jornalistas classificam de extrema-direita porque sim . Manifestaçẽos como estas se convocadas pelo lado certo das notícias estariam neste momento com directos, comentadores… Assim tenta-se fazer de conta que no pasa nada.

Não, insólito não é sinónimo de falta de profissionalismo e de juízo

22 Maio, 2020

O Correio da Manhã traz esta notícia. Quem redigiu tratou o caso como um episódio insólito, resultado do estilo frontal do tal cozinheiro:  «Ao seu estilo frontal, o chef Ljubomir Stanisic contou um episódio insólito que viveu com o ex-banqueiro Ricardo Salgado há alguns anos (…) “[Vinguei-me] de um dos grandes senhores da Banca portuguesa – que está em liberdade e roubou-nos a todos -, quando tinha um restaurante em Cascais. Cada vez que ia à mesa dar uma sugestão, ele dava-me indicação com a mão tipo ‘baza daqui.’” A falta de simpatia de Ricardo Salgado deixou Ljubomir fora de si. “Não consegui vingar os portugueses pelo dinheiro que lhes foi roubado, mas consegui, no mínimo, fazê-lo cagar uns três ou quatro dias.”»

Nem isto é insólito, nem o cozinheiro é frontal: trata-se de um acto grave (vamos transferir isto para os hospitais?) e de uma profunda falta de profissionalismo: se não queria atender a pessoa em causa não atendia.

 

O PÚBLICO de facto não dá recados: tornou-se uma madrassa chic

22 Maio, 2020

Inquérito a 700 portugueses, numa amostra representativa da população portuguesa, revela que 90% dos inquiridos acha que os crimes contra o ambiente são tão graves como outros delitos e que as autoridades nacionais não dão a devida importância a estas infracções. Maioria dos inquiridos concorda que matar intencionalmente um lince-ibérico, uma andorinha, uma mariposa ou uma cobra deve ser punido com prisão.

E as formigas lá de casa dão direito a pena suspensa? E as baratas, senhores? Duvidando eu muito que se os inquiridos tivessem uma cobra em casa conseguissem convidá-la a sair sem desatar aos gritos, ligar para as emergências existentes e por existir e que no limite não a matassem, gostaria de saber se estas 700 pessoas representativas da população portuguesa são a favor de penas de prisão efectiva  para os agressores de humanos. Ou as agressões aos humanos são apenas a consequência dos distúrbios psicológicos e sociais decorrentes do sistema?

PS. A propósito de um livro o PÚBLICO faz hoje  esta magnífica introdução: «fala-nos de uma experiência humana que continua a ser deste tempo: a do migrante sob as condições do capitalismo e da impiedosa mercantilização da vida humana» Como serão as  condições do socialismo para o migrante? Por exemplo, quantas pessoas migraram para a Venezuela de Chavez-Maduro? O PÚBLICO de facto não dá recados: tornou-se uma madrassa chic.

O medo e a suspensão voluntária da liberdade

22 Maio, 2020

Na coluna semanal da Oficina da Liberdade no Observador, Carlos M. Fernandes:

As gerações contemporâneas, criadas num sentimento de exclusividade, acreditam estar a viver o apogeu do progresso. O erro de paralaxe geracional, comum a todas as épocas mas hoje ampliado por um sistema educativo que substituiu o ensino da História por um ajuste de contas com o passado.

Basta agora um sobressalto, uma inquietação, uma incerteza momentânea para desencadear um processo imparável de submissão voluntária.

Os déspotas de amanhã, e alguns do presente (…) serão os burocratas anónimos, os cidadãos diligentes, os operários das novas técnicas digitais, os vizinhos invejosos ou amedrontados.

O texto completo, aqui.

 

 

Marcelo por ele próprio

21 Maio, 2020

Maria João Avillez escreve hoje um texto crucial para se perceber a tactica de Marcelo: «procurei-o, apanhei-o num avião.(…) Apenas queria perguntar-lhe “então o centro e a direita nisto tudo?” (…) Havia um precedente que nada ajudava: Marcelo já me mostrara que o tema o irritava. Há uns meses, ainda no mundo ante-coronavírus, num dia em que eu voltara à questão, ouvira-lhe um quase ríspido “sempre quero ver se eu não me candidatar e ficar tudo nas mãos da esquerda, sim, sempre quero ver…” O argumento era ocioso, não me comoveu.. Insisti sobre a vantagem de um diálogo franco que desaguasse na explicação do persistente fastio que lhe causava o seu eleitorado natural mas a resposta foi desoladora “manda as perguntas por mail”.

Retenha-se:

1) o assunto irrita-o (Marcelo irrita-se e não, não é o Pai Natla!) porque na verdade ele acha que nem tem de prestar contas ao eleitorado de direita

2) Marcelo fez do facto de ser o único não socialista em cargos de poder a sua força:  «sempre quero ver se eu não me candidatar e ficar tudo nas mãos da esquerda, sim, sempre quero ver…”  Já vimos: Marcelo quer mesmo ser o único proveniente do espaço que não é de esquerda. Ele anda com Costa ao colo, troca elogios co Ferro Rodrigues, combina festejos com a CGTP… tudo o que for necessário para esvaziar politicamente o espaço não socialista. Marcelo não podia ser Marcelo com Passos Coelho ou qualquer outro líder do PSD  na política activa. Marcelo neutralizou a direita porque com uma direita com voz ele não existia. Ou existia muito mais condicionado.

3) Com Passos arredado e a oposição não socialista transformada num não lugar Marcelo conseguiu impor à direita a sua tactica: é o    «sempre quero ver se eu não me candidatar e ficar tudo nas mãos da esquerda, sim, sempre quero ver…

Mas Marcelo sabia que de algum lado algumas vozes surgiriam e então preparou o argumentário: é a lista. O que é a lista? Voltemos a Maria João Avillez:, no seguimento da resposta de Marcelo ela eviou-lhe um mail com sete perguntas, a resposta foi uma lista:  «Mandei o mail o pedido por Marcelo. Voaram de Lisboa para o Índico sete perguntas consistentes e sempre bem educadas. Dou um exemplo da boa educação: “com que argumentos fortes deveria eu contrariar os que me manifestavam preocupações e perplexidades face a sua actuação”; ou: “em que é que eu me enganara na apreciação negativa que fazia da sua relação com o centro e a direita” (cito de memória). Dias depois surgiu surpreendentemente (ou deveria dizer habilmente?) uma lista. Interessante de resto. Dela constavam os gestos, iniciativas, vetos, démarches, atitudes, deslocações, inaugurações, escrita de prefácios, etc. que ilustrariam a sua atenção criteriosa aos valores e temas caros ao espaço político supostamente mal tratado.»

Marcelo vai enumerar esta lista nos debates e entrevistas da sua recandidatura. A tal que terá como tactica o   «sempre quero ver se eu não me candidatar e ficar tudo nas mãos da esquerda, sim, sempre quero ver…»  Nós já estamos a ver tudo nas mãos da esquerda porque Marcelo lhe entregou tudo. Voluntaria e propositadamente: porque só assim ele se tornaria imprescindível.

 

Estado, Comunicação Social e apoios públicos

20 Maio, 2020

No próximo Domingo (24/Maio) às 21h00 terá lugar um debate online sobre “Estado, Comunicação Social e apoios públicos”. Os participantes já confirmados são:

  • Helena Garrido – Jornalista
  • António Carrapatoso – Accionista do Observador
  • Eduardo Cintra Torres – Autor e Investigador
  • Nuno Gouveia – Consultor de Comunicação
  • Paulo Rego – Administrador da Global Media

O debate terá transmissão em directo aqui:

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A não perder!

Um dia vão fazer de conta que não estiveram aqui

20 Maio, 2020

O PS está a tomar o poder em Portugal. Este processo não tem a ver com eleições mas sim com captura do aparelho de Estado.

Nos próximos tempos haverá sempre uma justificação para o afastamento daqueles que não alinham pelo poder. Jornalistas, piadéticos, especialistas, comissários de comissões formais ou informais criarão o ruído qb para enquadrar o caso. Depois já nem haverá caso. Um dia, por boas ou más razões, tudo isto rebentará. E eles, os que agora fazem a situação, vão olhar para o lado e preparar-se para o novo assalto ao poder.

PS. A propósito, o que se sabe do Sócrates?

O indígena não paga!

19 Maio, 2020

Para o caso dos leitores deste blogue estarem interessados aviso que vai decorrer um certame designado V FESTIVAL DE POESIA DE LISBOA. A coisa poeticamente falando pelo texto de apresentação parece a bula de um medicamento dito alternativo:  “Em um mundo de desigualdades, afirmarmos a própria existência é tarefa difícil para muitos. Negros, indígenas, mulheres, imigrantes, pobres, crianças, idosos, pessoas com habilidades especiais, entre outros, precisam lutar para dizer: “estou aqui, eu existo”. A natureza, cada vez mais devastada, também grita à sua forma: “sou parte legítima deste mundo”. E mesmo quem se sente bem ajustado à sociedade, por vezes se debate para ajustar-se a si mesmo, tamanhas são as tribulações que carregamos em nosso coração.”

Enfim  literariamente o caso  anuncia-se medonho e parece uma reciclagem daqueles textinhos barrocos sem talento mas com muito alento. Mas o que me interessa mesmo são os critérios de isenção da taxa de 50 euros para participar no evento.  No ponto 3.7.1   do Regulamento lê-se esta coisa extraordinária: « Cientes dos desafios históricos para que certos grupos tenham acesso igualitário a bens e serviços culturais, o V Festival de Poesia de Lisboa oferecerá 10 inscrições gratuitas para autores que se declararem negros, indígenas e/ou transexuais, e que não tenham condições de pagar o valor solicitado. Os solicitantes devem incluir o pedido de isenção no corpo do email, junto com uma justificativa, ao enviar sua inscrição. Caso haja mais solicitações do que vagas, caberá à equipe da Helvetia Éditions decidir quem serão os solicitantes agraciados com a isenção da taxa.»

Para lá do óbvio disparate de alguém pagar 50 euros para participar numa coisa destas – recomenda-se vivamente que os interessados se declarem simultaneamente “negros, indígenas e/ou transexuais” para que tenham a certeza de conseguir a isenção da taxa – tenho duas questões

a) quem são os indígenas de Lisboa? Sim, não me vêm dizer que um concorrente de não sei onde no Brasil declara-se indígena e não paga taxa  e um residente de toda a vida mais os respectivos tetravós no bairro de Alfama tem de pagar taxa?! E se for da Estrela já paga? Ser do Alentejo ou de Trás-os-Montes tb serve para se ser indígena?

b) Aquelas comissões do racismo e das discriminações não vêem nada de estranho nisto?